segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

'A confiança dos empresários no governo acabou', diz sócio da Natura

'A confiança dos empresários no governo 
acabou', diz sócio da Natura 

É preciso reconhecer que o modelo se esgotou’

Pedro Passos critica a política de incentivos ao consumo, as barreiras à importação de carros e cobra abertura comercial

08 de fevereiro de 2014 | 19h 05
Cleide Silva e Ricardo Grinbaum - O Estado de S. Paulo
Para o presidente do Iedi, Pedro Passos, a política de incentivos do governo não faz mais efeito. O País precisa abandonar o modelo protecionista, deixar de ser refém do Mercosul e partir para acordos comerciais com países do bloco do Pacífico, União Europeia e Estados Unidos.
O que o Iedi defende?
A política de incentivos ao consumo a determinados setores visando o mercado interno dá cada vez menos resultados. Nossas políticas têm sido muito defensivas e não são mais suficientes para suportar a pressão externa de produtos importados e o mercado interno, que tem seus limites. Por aí não vem o crescimento. A produtividade exige mais inovação, tecnologia, investimento, preparação de mão de obra. Mais competição significa o País ter mais compromissos em exportar e importar. Ou seja, uma política voltada para a inserção internacional. Precisamos incluir a indústria num cenário de desenvolvimento.
Como o sr. vê os incentivos fiscais que o governo deu para ajudar a indústria?
Os incentivos têm uma coisa tópica, de reação de curto prazo, mas não se sustentam. Eu não entendo a proteção adicional dada à indústria automobilística, que já tinha uma proteção de 35% no imposto de importação e se criou um IPI adicional para o veículo que não é produzido no Brasil. Nem os incentivos à linha branca, que vão muito na direção do consumo. Tem um conjunto de incentivos que não tem mais o impacto de quando tínhamos uma classe emergindo com crédito, com vetores outros que hoje não temos mais. Agora, temos de reorientar a política.
O sr. fala em incluir a indústria num cenário de desenvolvimento. Como?
Através de um processo que passa primeiro por um compromisso claro de abertura comercial para que o Brasil se modernize, importe e exporte mais. Segundo, passa por uma política de comércio exterior mais clara, porque hoje ela é frágil. Terceiro, passa obviamente por maior agressividade nos acordos comerciais, que a gente vem perdendo ou não evoluiu nos últimos 20 anos.
O sr. fala em falta de confiança do empresariado. Por quê?
As decisões e as metas de política econômica não são claras. Qual é mesmo a meta de inflação para o Brasil, é 6% ou é 4,5%? Tecnicamente é 4,5%, mas qual é o objetivo efetivo? Qual o superávit fiscal que pretendemos ter? A aceleração do plano de concessões é uma boa direção, mas demorou a acontecer. Qual é a disponibilidade para fazer outras coisas relevantes? Há várias dúvidas na estruturação desses projetos, o que também reduz nossa confiança. Outro exemplo é o tema regulatório ou tributário. Houve um movimento de tributação das empresas em assuntos não claros do ponto de vista da legislação que aumentou enormemente as contingências por questões tributárias, trabalhistas. Isso também gera muita insegurança para o investimento. Adicionalmente, por conta dessa situação instável, existe uma perda patrimonial no valor das empresas, o que também diminui a disposição de investimentos.
O sr. se refere à Bolsa?
Sim, à queda da Bolsa, somada aos problemas que as empresas enfrentam que levam à perda de valor de troca, perda de possibilidade de investimento, de captar, de comprar empresas. Quando a conta bancária diminui, a possibilidade de investir também diminui.
Mas a presidente Dilma deu alguns sinais para o empresariado. Iniciou um programa de privatizações, anunciou que vai buscar novos acordos comerciais e foi a Davos, no encontro da elite econômica mundial. Estes não foram bons sinais?
O discurso foi correto, positivo. Mas os sinais de ação ainda não são claros, como na política macro – meta de superávit das contas públicas, por exemplo – ou, mais especificamente no comércio exterior.
O que a indústria gostaria de ver para tentar salvar o ano?
Para criar um ambiente de confiança, acho que primeiro deveria haver uma definição clara, com iniciativas nítidas do que vai ser feito na política fiscal, no combate à inflação. É preciso que o empresário sinta essa confiança. É muito importante uma iniciativa de diálogo efetivo. Acho que existe neste momento uma retração, então o mais importante é mudar a perspectiva. Não vai ter uma ação objetiva que a gente faça a curto prazo. Mas, qual é a nova direção? Nós vamos continuar investindo nos incentivos ao mercado interno ou vamos mudar a agenda para uma participação internacional com inserção das empresas brasileiras? Que esforço estamos trazendo para as próprias multinacionais instaladas no Brasil usarem suas bases também como plataforma de exportação?
Seria uma ‘Carta ao Povo Brasileiro’ de Dilma, tendo em vista a possibilidade de ela ser reeleita?
Vamos fazer um retrospecto. Tivemos lá atrás um primeiro momento de estabilização, um segundo momento de trazer um novo poder aquisitivo à população, de distribuição e ascensão da nova classe emergente, o foco no mercado interno. Mas é preciso reconhecer que o modelo se esgotou e que precisamos lançar outro modelo. Acho que cumpre até à plataforma eleitoral dizer isso. Nós não podemos, como brasileiros, aceitar que porque é ano eleitoral a gente deixe de falar de Brasil, que prorrogue decisões. Não tem nenhum decreto lei que vai ser feito amanhã, mas o problema é mudar a direção, o mercado internacional precisa confiar no Brasil. Os empresários precisam confiar. Precisamos trazer mais investimento. As concessões precisam ser feitas mais profundamente. Eu acho que ano eleitoral é adequado para ter essa discussão. É melhor ir mudando de expectativa e não ter de conviver com esse ambiente tumultuado para poder evoluir. Do contrário, o preço de 2015 pode ser mais alto.
O que quer dizer esse preço mais alto? Um ajuste, uma crise?
Um ajuste fiscal mais pesado, um ajuste possivelmente de juros mais pesado, que dificulta todo o investimento. Temos uma inflação que está sempre nos incomodando. Estamos integrados ao mundo e não dá para conviver com uma inflação de 6% por um longo período. Deveríamos tentar manejar essa economia de forma a não perder algumas coisas que conquistamos – uma base de consumo, um mercado interno maior.
Até que ponto o problema da produtividade a que o sr. se refere é reflexo de questões estruturais, do País, e até que ponto é resultado da falta de investimento da própria indústria?
Tem as duas coisas. Tem o custo e a falta de produtividade sistêmica – infraestrutura, qualificação de mão de obra, educação – e tem empresas que não acompanham o desenvolvimento tecnológico e não têm os níveis de produtividade que precisam. O nível de automação do Brasil é baixo, assim como o de tecnologia de informação e de inovação nos processos industriais. Também temos problemas no âmbito da indústria, até pela falta de competição. Uma indústria protegida diminui ao longo do tempo, apesar de ter alívio no curto prazo. Quando você se organiza em pequenos oligopólios, você tem força de barreiras, formação de preços. O investimento em inovação é um investimento de risco, só faz quem tem competição lá fora.
É possível para o País atingir esse nível de competitividade?
Temos de acreditar que o Brasil pode atacar o mercado, se desenvolver e sair da defensiva. O time que joga sempre na defesa perde. Nos falta essa agressividade e a timidez com que o País age é transmitida ao empresário, ao governo, aos formadores de opinião. Alguns pensam só no curto prazo. Não defendemos uma abertura irresponsável, mas um compromisso ao longo do tempo, um processo de integração. Não podemos ser ingênuos de entregar setores inteiros sem saber negociar. O Brasil pode ser um país mais integrado, mas é preciso ter um plano, dar uma direção, como estabelecer metas para reduzir as tarifas de proteção. Isso mobiliza para inovação, consolidação e participação das empresas no mercado internacional.
No ano passado, o Iedi levou carta à presidente Dilma pedindo empenho na busca por acordos comerciais. Isso avançou?
A sinalização que tivemos é de que iria avançar o acordo do Mercosul com a União Europeia, mas, talvez pelo movimento internacional, associado ao problema da Argentina, essa agenda tem dificuldade de progredir. Acho que falta postura mais agressiva no comércio internacional. Um exemplo: há algum tempo o governo concedeu o Reintegra para eliminar um pouco do custo tributário embutido em nossas exportações. Esse incentivo, que na verdade era a devolução de impostos que pagamos, acabou. Então, acho que a política de comércio exterior não é clara. Quais são os acordos que vão determinar um melhor fluxo de mercadorias, redução das diferenças regulatórias, que é fundamental para facilitar o comércio? Em síntese, poderíamos ter um vetor adicional de crescimento no País se saíssemos de uma importação/exportação, que na média é 12% do nosso PIB e mirássemos em 25%. Nós não vamos ser China, nem Coreia, mas podemos ter um pedaço maior nesse comércio internacional.
O Brasil fez um casamento com o Mercosul, mas nos últimos anos sofreu com a queda das exportações para a Argentina e com a dificuldade em negociar acordos com outras regiões. Como o governo deve lidar com o Mercosul e com a Argentina?
Precisamos ajudar a Argentina porque é um parceiro comercial importante. Mas precisamos quebrar a agenda, partir para acordos bilaterais mais amplos. Não podemos ficar reféns de uma situação pontual que nos atrasa muito no processo de integração. Por outro lado, temos de reconhecer que a integração com o Mercosul foi importante e nos trouxe uma atividade de comércio muito mais ampla. Devemos fazer o que for possível para ajudar os outros países, mas sem comprometer nossa determinação de evoluir. É um assunto delicado, mas do jeito que está é insuportável.
Em termos práticos, qual a solução? Abandonar a sociedade com a Argentina?
Fazer acordos e, se for o caso, ver quais salvaguardas e ajustes podemos fazer para levar essa agenda adiante, independente do Mercosul. O Brasil tem de liderar um movimento de integração. É muito relevante a integração regional, como o movimento que ocorre no Pacífico. O Brasil não pode ficar de fora. Acho importante se integrar ao bloco do Pacífico porque é mais próximo, podemos ter mais competitividade, seja pelas questões logísticas, seja pelo potencial que temos nesses países. Eu não abandonaria uma integração maior com a América Latina, mas não dá para ficar só nessa agenda.
Seria melhor retomar a negociação com os EUA?
Sim. Precisamos buscar integração com a União Europeia e com os Estados Unidos, pois à medida que os EUA façam um acordo com a União Europeia ou com a Ásia, eles vão determinar o padrão de comércio mundial. Todo assunto – regulatório, fitossanitário, de legislação, aduana, questões ambientais, tarifas – vai estar dentro desse grande ator. E nós vamos acabar ficando subordinados, sem poder participar da discussão. É melhor enfrentar, porque essa integração vem, pode demorar um pouco mais ou um pouco menos. Prefiro estar dentro dessa negociação, tendo algum protagonismo, do que ser excluído e depois ter de aceitar as regras do jogo.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Apagão atinge 11 Estados
por Alpino

Veja 7 mentiras de Dilma sobre petróleo e energia:
http://www.dilmamente.com.br/sete-mentiras-de-dilma-sobre-petroleo-e-energia/

Curta Juventude Contra Corrupção
Enquanto o "povinho" brasileiro discute NOVELA e FUTEBOL, 

tem um político roubando!
***
...Ver mais

Sete mentiras de Dilma sobre educação

Dilma mente quando diz que a educação brasileira está entre as melhores do mundo. Pesquisa recente colocou o Brasil no 105º lugar em qualidade da educação em uma lista com 122 países.

Dilma mente quan...Ver mais
Dilma mente e esconde a verdade. Dilma desautorizou a divulgação de qualquer informação sobre o corte no Orçamento de 2014 ou sobre a meta fiscal brasileira. 
A justificativa, da presidenta, era a de que o Brasil não pode continuar fazendo especulações indevidas.
Dilma mente e lula também ajuda a esconder a verdade
. Em 2008 o então presidente vetou o artigo da lei que possibilitava ao TCU fiscalizar as contas de sindicatos, confederações e federações, justificando que os próprios trabalhadores poderiam desemprenhar essa função.

Continue lendo: http://www.dilmamente.com.br/dilma-mente-quando-diz-que-o-seu-governo-e-transparente/

Curta Juventude Contra Corrupção

DILMA GASTANDO DINHEIRO NOSSO ??? MAS ALGUÉM FOI LA VERIFICAR AONDE ESTE DINHEIRO FOI EMPREGADO ??? NA CONTA DE QUEM ??? ESTRANHO ISSO NÉ ??? E O POVO AQUI NÃO RECLAMA DE NADA ...

Claro, está tudo ótimo no Brasil..

Recomendamos que curta Folha Política
Para notícias políticas, recomendamos que curtam a página Folha Política

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Sardinhas de todo o Brasil, uni-vos!

Sardinhas de todo o Brasil, uni-vos!

Bruno Molina
Bruno Molina
Registro de Bruno Molina, 20, programador, às 20h, na Estação Santa Cecília do Metrô
Não tá fácil pra ninguém. Pedestres, ciclistas, motoristas, motociclistas, quem depende de transporte público, privado ou da solidariedade dos demais. A mobilidade urbana está em colapso no Brasil e não é de hoje.
O transporte público sucateado, escasso e ineficiente castiga os trabalhadores diariamente na ida e na volta do trabalho, seja ele sobre trilhos ou sobre rodas. Cansou de ser tratado como sardinha dentro de uma lata? Pois é, nós também!
Por isso, o Catraca Livre criou a campanha#canseidesersardinha. Para expor, retratar, registrar, evidenciar e escancarar essa patifaria toda e, de quebra, tentar envergonhar os responsáveis por ela. Será que vamos conseguir?
Ajude-nos! Envie sua foto de sufoco no transporte coletivo, com nome, idade, profissão, horário e local onde foi espremido, empurrado, encurralado, ou ficou parado por horas mesmo. Vamos criar juntos um mosaico do desespero e mostrar que sabemos do nosso direito a um transporte público de qualidade.
Acesse canseidesersardinha.tumblr.com, envie sua foto e avante sardinhas!
Passando sufoco no transporte público?!

O Catraca Livre lança o projeto #canseidesersardinha.

C

NÃO ACHO QUE O TRANSPORTE DEVERIA SER DE GRAÇA ..QUE QUE CUSTASSE PREÇO JUSTO OU SEJA BEM MAIS BARATO E COMPATIVEL COM O SALARIO BAIXO DO BRASILEIRO ..COMO É EM PAISES HONESTOS E DESENVOLVIDOS E SEM POLITICO LADRÃO QUE SÓ AUMENTA E NÃO INVESTE NADA E PIOR SOMEM COM DINHEIRO DO POVO ...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Americano falando verdade ou seja Brasileiro NÃO TEM EDUCAÇÃO ! ! !

Americano cria lista de 

motivos pelos quais 

odiou ter morado no Brasil

americano
Um americano, casado com uma brasileira, morou em São Paulo
por 3 anos. Depois dessa árdua experiência, ele voltou para sua
 terra natal e fez questão de criar uma lista de 20 motivos pelos
quais odeia viver no Brasil. Um fórum gringo resolveu continuar
essa lista e trouxe mais itens que os gringos odeiam no país. Confira:
1. Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu
círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes.
Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite…
 E mesmo se você vá pedir-lhe educadamente para abaixar o volume,
 ele diz-lhe para você “ir se fud**”. E educação básica? Um simples
“desculpe-me “, quando alguém esbarra com tudo em você na rua
simplesmente não existe.
2. Os brasileiros são agressivos e oportunistas, e, geralmente, à
custa de outras pessoas. É como um “instinto de sobrevivência”
em alta velocidade, o tempo todo. O melhor exemplo é o transporte
público. Se eles vêem uma maneira de passar por você e furar a fila,
eles o farão, mesmo que isso signifique quase matá-lo, e mesmo
se eles não estiverem com pressa. Então, por que eles fazem isso?
 É só porque eles podem, porque eles vêem a oportunidade, por
que eles querem ganhar vantagem em tudo. Eles sentem que
precisam sempre de tomar tudo o que podem, sempre que
possível, independentemente de quem é prejudicado como resultado.
3. Os brasileiros não têm respeito por seu ambiente. Eles
despejam grandes cargas de lixo em qualquer lugar e em todos
os lugares, e o lixo é inacreditável. As ruas são muito sujas.
Os recursos naturais abundantes, como são, estão sendo
desperdiçados em uma velocidade surpreendente, com pouco ou nenhum recurso.
4. Brasileiros toleram uma quantidade incrível de corrupção
nos negócios e governo. Enquanto todos os governos têm
funcionários corruptos, é mais comum e desenfreado no
 Brasil do que na maioria dos outros países, e ainda assim
a população continua a reeleger as mesmas pessoas.
5. As mulheres brasileiras são excessivamente obcecadas
com seus corpos e são muito críticas (e competitivas com) as outras..
ciliconando enormes pernas e bundas e peitos ridiculo.
6. Os brasileiros, principalmente os homens, são altamente
 propensos a casos extraconjugais. A menos que o homem
nunca saia de casa, as chances de que ele tenha uma
amante são enormes.
7. Os brasileiros são muito expressivos de suas opiniões
negativas a respeito de outras pessoas, com total desrespeito
sobre a possibilidade de ferir os sentimentos de alguém.
8. Brasileiros, especialmente as pessoas que realizam serviços,
são geralmente malandras, preguiçosas e quase sempre atrasadas.
..chamam de nordestinos ..
9. Os brasileiros têm um sistema de classes muito proeminente.
Os ricos têm um senso de direito que está além do imaginável.
Eles acham que as regras não se aplicam a eles, que eles
estão acima do sistema, e são muito arrogantes e insensíveis,
especialmente com o próximo.Desconhecem a Biblia completamente.
10. Brasileiros constantemente interrompem o outro para poder falar.
Tentar ter uma conversa é como uma competição para ser
ouvido, uma competição de gritos.
11. A polícia brasileira é essencialmente inexistente quando
se trata de fazer cumprir as leis para proteger a população, como
 fazer cumprir as leis de trânsito, encontrar e prender os ladrões,
etc. Existem Leis, mas ninguém as aplica, o sistema judicial é uma
piada e não há normalmente nenhum recurso para o cidadão que
 é roubado, enganado ou prejudicado. As pessoas vivem com
 medo e constroem muros em torno de suas casas ou pagam taxas
elevadas para viver em comunidades fechadas.
12. Os brasileiros fazem tudo inconveniente e difícil. Nada é
simplificado ou concebido com a conveniência do cliente em
mente, e os brasileiros têm uma alta tolerância para níveis
surpreendentes de burocracia desnecessária e redundante.
13. Brasileiros pagam impostos altos e taxas de importação
que fazem tudo, especialmente produtos para o lar, eletrônicos
e carros, incrivelmente caros...E O POVO NÃO RECLAMA DE NADA .
PAGA CARO TUDO ANDA DE ONIBUS RUIM  E AINDA ELOGIA
POLITICOS LADRÕES  E para os empresários, seguindo
 as regras e pagando todos os seus impostos faz com que seja
 quase impossível de ser rentável. Como resultado, a corrupção
e subornos em empresas e governo são comuns.
14. Está quente como o inferno durante nove meses do ano,
e ar condicionado nas casas não existe aqui, porque as casas
não são construídas para ser herméticamente isoladas ou
incluir dutos de ar.
15. A comida pode ser mais fresca, menos processada e,
geralmente, mais saudável do que o alimento americano ou
europeu, mas é sem graça, repetitivo e muito inconveniente.
 Alimentos processados, congelados ou prontos no supermercado
são poucos, caros e geralmente terríveis.Dizem que existe comida
boa cazeira interior de Minas e outros Estados mas não experimentei
aqui nas Cidades grandes é horrivel.
16. Os brasileiros são super sociais e raramente passam algum
tempo sozinho, especialmente nas refeições e fins de semana.
 Isso não é necessariamente uma má qualidade, mas, pessoalmente,
eu odeio isso porque eu gosto do meu espaço e privacidade,
mas a expectativa cultural é que você vai assistir (ou pior, convidar
amigos e família) para cada refeição e você é criticado por não
se comportar “normalmente” se você optar por ficar sozinho.
17. Brasileiros ficam muito perto, emocionalmente e geograficamente,
de suas famílias de origem durante toda a vida. Como no #16,
isso não é necessariamente uma má qualidade, mas pessoalmente
 eu odeio porque me deixa desconfortável e afeta meu casamento.
 Adultos brasileiros nunca “cortam o cordão” emocional e sua
família de origem (especialmente as mães) continuam a se
envolvido em suas vidas diariamente, nos problemas, decisões,
atividades, etc. Como você pode imaginar, este é um item difícil
para o cônjuge de outra cultura onde geralmente vivemos em
 famílias nucleares e temos uma dinâmica diferente com as
nossas famílias de origem.
18. Eletricidade agua e serviços de internet são absurdamente
caros e ruins.
19. A qualidade da água é questionável. Os brasileiros bebem,
mas não morrem, com certeza, mas com base na total falta
de aplicação de leis e a abundância de corrupção, eu não
confio no governo que diz que é totalmente seguro e não
vai te fazer mal a longo prazo.
20. E, finalmente, os brasileiros só tem um tipo de cerveja
(aguada) e realmente é uma porcaria, e claro, cervejas
importadas são extremamente caras.
— Do Fórum —
21. A maioria dos motoristas de ônibus dirigem como se
eles estivessem tentando quebrar o ônibus e todos
dentro dele.
22. Calçadas no meu bairro são cobertos com mijo e coco
 de cães que latem dia e noite.
23. Engarrafamentos de Três horas e meia toda vez que chove .
24. Raramente as coisas são feitas corretamente da primeira vez.
 Você tem que voltar para o banco, consulado, escritório,
mandar e-mail ou telefonar 2-10 vezes para as pessoas a
fazerem o seu trabalho.
25. Qualidade do ar muito ruim. O ar muitas vezes cheira
a plástico queimado.
26. Ir a Shoppings e restaurantes são as principais atividades.
 Não há nada pra fazer se você não gastar. Há um parque
principal e está horrivelmente lotado.
27. O acabamento das casas é péssimo. Janelas, portas ,
dobradiças , tubos, energia elétrica, calçadas, são todos
construídos com o menor esforço possível.
28. Árvores, postes, telefones, plantas e caixas de lixo são
colocados no centro das calçadas, tornando-as intransitáveis.
29. Você paga o triplo para os produtos que vão quebrar
dentro de 1-2 anos, talvez ais.
30. Os brasileiros amam estar bem no seu caminho. Eles não
dão espaço para você passar.
31. A melhor maneira de inspirar ódio no Brasil? Educadamente
recusar-se a comer alimentos oferecidos a você. Não importa o
quão válida é a sua razão, este é considerado um pecado i
mperdoável aos olhos dos brasileiros e eles vão continuar
agressivamente incomodando você para comê-lo.
32. As pessoas vão apertar e empurrar você sem pedir desculpas.
 No transporte público você vai tão apertado que você é incapaz
de mover qualquer coisa, além da sua cabeça é um caos muitos
 soltam gases e tudo fechado e
NINGUÉM RECLAMA o povo parece sardinha enlatada ou
ovelhas que aceitam tudo dos governos . 
33 . O Brasil é um país de 3° mundo com preços ridiculamente
 inflacionados para itens de qualidade. Para se ter uma idéia,
São Paulo é classificada como a 10ª cidade mais cara do mundo.
 (New York é a 32ª).
34. A infidelidade galopante. Este não é apenas um estereótipo,
tanto quanto eu gostaria que fosse. Homens na sociedade
 brasileira são condicionados a acreditar que eles são mais
 ” virís ” por sairem com várias mulheres .
35. Zero respeito aos pedestres. Sim, eles não param para você
 passar. Na melhor das hipóteses, eles vão buzinar.
36. Quando calçadas estão em construção espera-se que você
ande na rua. Alguns motoristas se recusam a fazer o menor
desvio a sua presença, acelerando a poucos centímetros de
 você, mesmo quando a pista ao lado está livre.
37. Nem pense em dizer a alguém quando você estiver viajando
 para o EUA. Todo mundo vai pedir para você trazer iPods,
X-Box, laptops, roupas, itens de mercearia, etc. em sua mala,
porque eles são muito caros ou não disponíveis no Brasil, um
aparelho que se paga $1.000 aqui la custa $100 por que o
Governo Americano NÃO É LADRÃO E NÃO COBRA
ALTISSIMOS IMPOSTOS COMO AQUI .
38. A menos que você goste muito de futebol ou reality shows
(ou seja, do Big Brother), não há nada muito o que conversar
com os brasileiros em geral. Você pode aprender fluentemente
Português, mas no final, a conversa fica muito limitada, muito
rapidamente.
39. Tudo é construído para carros e motoristas, mesmo os
carros sendo 3x o preço de qualquer outro país. Os ônibus
intermunicipais de luxo são eficientes, mas o transporte público
 é inconveniente, caro e desconfortável para andar.
 Consequentemente, o tráfego em São Paulo e Rio é hoje
considerado um dos piores da Terra (SP, possivelmente, o pior).
Mesmo ao meio-dia podem ter engarrafamentos enormes
 que torna impossível você andar mesmo em um pequeno
trajeto limitado, a menos que você tenha uma motocicleta.
40. Todas as cidades brasileiras (com exceção talvez do Rio
 e o antigo bairro do Pelourinho em Salvador), são feias,
cheias de concreto, hiper-modernas e desprovidas de
arquitetura, árvores ou charme. A maioria é monótona e
 completamente idênticas na aparência. Qualquer história
 colonial ou bela mansão antiga é rapidamente demolida
para dar lugar a um estacionamento ou um shopping center.

26 anos, blogueiro, publicitário e músico. Formado
em Propaganda & MKT na Universidade
Presbiteriana Mackenzie, é blogueiro há mais
de 8 anos. Atualmente mantém uma consultoria
de mídias sociais para grandes empresas e se
 aventura no mundo musical.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

PARABENS GOVERNADOR GERALDO ALKIMIN ISSO QUE FAZ UM BOM GOVERNADOR O PT JAMAIS FARIA ISSO PARABENS DESCONTO DE ATÉ 48% NA CONTA DE AGUA

Atualizado: 01/02/2014 12:07 | Por Luciano Bottini - O Estado de S. Paulo, estadao.com.br

Valor da conta de água pode cair até 48%

Para tentar evitar racionamento, Sabesp anuncia desconto para quem reduzir 20% do consumo médio
Após o Sistema Cantareira atingir o nível mais baixo da história, a presidente da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), Dilma Pena, anunciou neste sábado, 1º, um programa de descontos que poderá fazer com que o valor da conta de água e esgoto caia até 48 %.
A empresa concederá um desconto de 30% na fatura de água e esgoto para os consumidores abastecidos pelo Sistema Cantareira que economizarem 20% de seu gasto médio mensal, antecipou ontem o jornal Folha de S. Paulo. Porém, o valor da conta poderá cair até 48%, de acordo com a quantidade de litros economizados e a possibilidade de pagar uma tarifa menor, por causa da mudança da faixa de consumo. Por exemplo: um morador que usa, em média, 15 mil litros de água por mês, gasta R$ 59,4. Se seu consumo cair para 12 mil litros mensais, sua conta cairá para R$ 30,9. Nesse caso, a economia será de 48,4%.
O programa inclui as regiões central e norte da capital paulista, além de partes das zonas leste e oeste. Também participam as cidades de Barueri, Caieiras, Carapicuíba, Francisco Morato, Francisco da Rocha, Itapevi, Jandira, Osasco e Santana da Parnaíba, na Grande São Paulo.
A medida emergencial já está valendo e tenta impedir um possível racionamento na Região Metropolitana de São Paulo. Todos os consumidores que poderão ter o desconto receberão um aviso da Sabesp, na próxima conta de luz, de que sua casa é abastecida pelo Sistema Cantareira. A conta indicará ainda o consumo médio mensal, com base nos últimos 12 meses, e quanto será preciso economizar para obter o desconto.
A redução da tarifa valerá nas contas de março a agosto, com exceção de Santa de Parnaíba, onde o período será de abril a setembro.
A média diária de consumo por pessoa na Grande São Paulo é de 161 litros e a Sabesp quer que ela passe para 128 litros. A meta da concessionária é 18 litros maior do que o mínimo considerado razoável para as necessidades básicas de uma pessoa.
Na prática, a Sabesp, que também fará uma campanha publicitária de esclarecimento, pede que população passe menos tempo no banho, abandone as mangueiras na hora de lavar o carro e feche a torneira quando for ensaboar a louça.
"
SÃO ATITUDES  ASSIM QUE O POVO QUER VER ...
AGORA VC TEM QUE IR NA TV E EXPLICAR QUE FOI VC QUE FEZ ...COM PALAVRAS SIMPLES QUE O POVO INTENDA ...E QUE FOI O SEU PARTIDO ...QUE BOLOU ISSO ATÉ 48% DE DESCONTO NA CONTA DE AGUA PARA QUEM ECONOMIZAR ....
.O PT JAMAIS FARIA ISSO