Acho que o Brasil só tem 2 problemas graves, PRIMEIRO FALTA DE EDUCAÇÃO ou CULTURA GERAL e SEGUNDO FALTA RESPEITO, CONHECIMENTO, TEMOR DAS LEIS DE DEUS... Homenagem à Walt Disney (que era orfão e pobre..não conheceu pai nem mãe e deixou essa obra lindissima de Amor à Humanidade...
domingo, 23 de fevereiro de 2014
sábado, 22 de fevereiro de 2014
HORÁRIO DE VERÃO MAIOR BURRICE DO MUNDO INCOMPETENCIA DESTE GOVERNO PT
Pt e outros governos neste campo não sabe governar ...mandar fechar todos Shoppings e todas Lojas do País interiro e todos restaurantes " uma hora antes " no melhor mês do ano Natal ..
deu um prejuizo na economia de BILHÕES....
tinha que mandar é fechar uma hora mais tarde ...
sem falar das doenças que o povo acaba tendo de acordar uma hora mais cedo e ter que dormir uma hora mais cedo RIDICULO ESTE HORARIO DE VERÃO
quem sabe o proximo PRESIDENTE SEJA MAIS SABIO E ACABE COM ESTA BURRICE .....vergonha de ser Brasileiro ...
Atualizado: 21/02/2014 09:25 | Por Redação
Passe livre para cães
Há bares, restaurantes e padarias que também abrem as portas para os cachorros; veja opções em SP
Débora Klempous EstadãoMOSTRAR MINIATURAS
A Casa de Madalena é uma das melhores opções para o almoço. A equipe é bem treinada. Quando está por lá, o dono leva seus cachorros, o Zé e a Maria. Chance de fazer amizades. R. Inácio Pereira da Rocha, 87, 2597-3510
Atualizado: 21/02/2014 09:25 | Por Redação
Passe livre para cães
Há bares, restaurantes e padarias que também abrem as portas para os cachorros; veja opções em SP
Débora Klempous EstadãoMOSTRAR MINIATURAS
No Coffee Lab (R. Fradique Coutinho, 1.340, 3375-7400), não tem erro: o adesivo na porta sinaliza a entrada permitida de cães. Enquanto você toma seu cafezinho na área externa, seu pet ganha potinho com água. A recém-inaugurada gelateria Dri Dri (R. Pe. João Manuel, 903, 3061-9646) também oferece água e a Brigadeiro Doceria & Café (R. Pe. Carvalho, 91, 3813- 6656) - um paraíso para os formigões - tem um lindo jardim para ficar com o mascote.
Atualizado: 21/02/2014 09:25 | Por Redação
Passe livre para cães
Há bares, restaurantes e padarias que também abrem as portas para os cachorros; veja opções em SP
Evelson de Freitas EstadãoMOSTRAR MINIATURAS
Em vez de pote com água, o Tatu Bola Bar & Grelha (R. Clodomiro Amazonas, 202, 2539-9071) instalou na área externa um bebedouro para os pets que visitarem a casa. No Barteco (R. Pinheiros, 220, 2619-2880), os animais têm passe livre nas espaçosas mesas da calçada.
Atualizado: 21/02/2014 09:25 | Por Redação
Passe livre para cães
Há bares, restaurantes e padarias que também abrem as portas para os cachorros; veja opções em SP
Gabriel Perline EstadãoMOSTRAR MINIATURAS
Uma pausa na Cuordicrema (foto) - que faz bons gelatos - e, novamente, Adam foi bem-recebido. Pote com água no jardim e sombra para o descanso. (R. Manuel Guedes, 349, 3071-3147)
Atualizado: 21/02/2014 09:25 | Por Redação
Passe livre para cães
Há bares, restaurantes e padarias que também abrem as portas para os cachorros; veja opções em SP
Gabriel Perline EstadãoMOSTRAR MINIATURAS
Adam (foto) é um lhasa-apso de quase 10 anos - mas ninguém dá mais que 5. No Deliqatê, foi paparicado pelos atendentes no café da manhã, que não deixaram faltar água no potinho. A foto mostra que ele se sentiu no quintal de casa. (Al. Jaú, 1.191, 3063-4988)
Atualizado: 21/02/2014 09:25 | Por Redação
Passe livre para cães
Há bares, restaurantes e padarias que também abrem as portas para os cachorros; veja opções em SP
Débora Klempous EstadãoMOSTRAR MINIATURAS
Quem tem cão sabe: o animal é especialista em nos mirar com aquele olhar carente sempre que estamos de saída e ele percebe que não vai nos acompanhar no passeio. O argumento, recorrente, é de que não é permitida a entrada de bichos em bares, restaurantes ou mesmo padarias. Mas, para a sorte de quem tem um mascote, a cena na cidade está mudando e, cada vez mais, estabelecimentos estão se tornando amigáveis a animais - os chamados pet friendly. Veja a seguir lugares que aceitam animais em SP.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Jovem algemado com mão para trás deu tiro na própria cabeça, diz PM
Família busca ajuda para comprovar que jovem foi executado dentro de
camburão da PM de Limeira, no interior de São Paulo, em setembro de 2013
Arquivo pessoal
José Guilherme Silva, de 20 anos, morreu no dia 14 de setembro do ano passado dentro de um camburão da Força Tática da PM de Limeira, no interior de SP
O jovem José Guilherme Silva, de 20 anos, que aparece na foto ao lado, morreu no dia 14 de setembro do ano passado dentro de um camburão da Força Tática da PM de Limeira, no interior de São Paulo. Antes de entrar no carro, sob a acusação de ter participado de um assalto, ele tinha sido revistado pelos policiais “nos pés, tornozelos, cintura e genitália”, conforme eles próprios admitem. Os policiais não encontraram armas com ele. José Guilherme foi algemado com as mãos para trás. O pai do menino, José Alves, conseguiu chegar ao local a tempo de ver seu filho apanhando da polícia. Diante de mais ou menos 30 pessoas, ele entrou imobilizado e desarmado no camburão.
Segundo a versão dos policiais, poucos minutos depois, quando a viatura se dirigia à delegacia com o jovem dentro, José Guilherme teria sacado um revólver 38 de cano longo e atirado contra a própria cabeça. A bala, segundo os exames criminalísticos, percorreu uma trajetória de cima para baixo. O tiro foi dado a uma distância de cerca de 50 centímetros da cabeça.
No laudo, o perito escreveu provavelmente uma das maiores pérolas da história do instituto de criminalística, digna de entrar no roteiro de um CSI brasileiro – que certamente seria uma comédia. Depois de examinar o disparo na cabeça e ver que o preso estava algemados para trás, o perito justifica a possibilidade do suicídio nos seguintes termos: "Isso envolve um estudo personalíssimo da habilidade do agente que encontra-se algemado. E é sabido nos meios policiais tanto sobre a habilidade de movimento de alguns detidos, bem como sua condição pessoal de burlar a revista".
Passados cinco meses, apesar dos fortes indícios contra os policiais que participaram da ação, pais e irmãos do garoto ainda lutam para provar que seu filho foi executado dentro da viatura e para verem punidos os responsáveis pelo crime. Como os policiais permanecem na rua, o resultado da luta da família, por enquanto, foi apenas um: expor pai, mãe e cinco filhos (um deles gêmeo de Guilherme) ao risco de represálias. Quando foram conversar com um dos que participaram da detenção de José Guilherme, Maria de Lourdes Jesus Fagundes, e a mãe Claudia Regina, tiveram que ouvir: “antes um bandido morto do que um policial morto”.
Sem desanimar da luta fadada a inúmeras frustrações, as duas foram buscar ajuda da comissão municipal de direitos humanos de Limeira e da comissão estadual da Assembleia Legislativa, onde também funciona a Comissão da Verdade. É desanimador, passados mais de 40 anos da fase mais violenta da Ditadura Militar, sabermos que ainda se vive sob fortes suspeitas de que simulações de suicídios ainda são usadas para simular execuções.
A reportagem já pediu informações para a PM a respeito do caso. Mas ainda não obteve retorno.
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